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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Páscoa na Ed. Infantil - Projeto completo

Páscoa

Objetivo geral

·         Trabalhar o significado da páscoa, desmistificando a relação consumista;
·         Conhecer os símbolos da páscoa e seus significados;
·         Trabalhar a “partilha” de alimentos como forma de comemoração;
Objetivos específicos
·         Desenvolver o hábito de pesquisar;
·         Explorar objetos relacionados à páscoa;
·         Trabalhar a relação histórica social e cultural da páscoa;
·         Desenvolver a função simbólica;
·         Desenvolver a noção espaço-temporal;
·         Leitura e interpretação de texto (oralmente ou com registro, de acordo com os níveis de conhecimento);
·         Trabalhar a coordenação motora através de atividades com pinturas, brincadeiras, dobraduras, etc.;
Desenvolvimento
·         Conversa informal, em rodinhas, sobre o conhecimento prévio das crianças em relação à páscoa: o que é páscoa; por que comemoramos a páscoa; por que gostamos de dar e ganharovos de chocolate para comemorar a páscoa; o que significa o ovo de páscoa; etc.
·         Contar histórias: oralmente, em cartaz, filme, cd’s, etc.
·         Atividades artísticas sobre o tema: colagem, pintura, dobradura, pintura em ovos, confecção de cartões, construção de símbolos pascoais para compor a mesa da partilha, etc.
·         Atividades de escrita: textos, interpretação oral, ilustração, confecção de álbuns, noção de quantidades, relacionar com números, formação de palavras, escrita espontânea, trabalhar com gráficos, histórias mudas,  etc.
·         Brincadeiras: coelhinho sai da toca, registro escrito da brincadeira; imitação de animais, etc.
·         Observação de um coelhinho de verdade, analise com coelhinhos de páscoa e registro da conclusão a que chegaram.
·         Músicas infantis: cantar, atividades escritas,
·         Conhecimento de textura: explorar objetos macios e duros; lisos e ásperos; (algodão, madeira, papel camurça e laminado, lixa, etc.).
·         Pesquisar: significado da páscoa, símbolos pascoais, de onde vem o algodão, para que serve o algodão, etc.
Culminância
 Preparar a “Partilha”, organizando a mesa com símbolos pascais, pão e suco de uva, simbolizando a comemoração da páscoa.
 Anexo
Textos informativos sobre páscoa:
            A páscoa surgiu no ano de 33 dc., pois o próprio Cristo celebrava como judeu que era.
            Na noite em que seria sacrificado celebrou com seus discípulos, não mais a páscoa hebraica, mas sua Própria Páscoa, instituindo assim a Eucaristia.
            É uma das maiores festas cristãs e celebra a Ressurreição de Cristo. É comemorada tradicionalmente no domingo, entre 22 de março e 25 de abril, determinando a data das demais festas móveis cristãs.
            A idéia da Ressurreição faz pare do patrimônio ideológico e cultural da humanidade.
            A igreja cristã continua a viver sob a luz da esperança da ressurreição dos mortos. Baseada experiência dos apóstolos de Jesus, proclama que o destino final do homem não é a sepultura, mas a vida com Deus, também chamada de vida eterna.

ETIMOLOGIA

            A palavra páscoa vem do hebraico “Pessach” e significa passagem. A páscoa era vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento e ainda hoje os israelitas a relembram todos os anos. Ela marca a passagem pelo mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era oprimido como escravo.
            Chegando às margens do mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó, teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas “paredes” de água que ladeavam um “corredor” enxuto, por onde o povo passou. Quando os egípcios chegaram, as águas se fecharam sobre os seus soldados e carros, sepultando-os no mar.
            Esta foi a “passagem”, “Pessach” ou “Páscoa” que os judeus comemoram até hoje.
            Jesus Cristo, que muito respeitava todas as celebrações de sua religião judaica, também festejava a Páscoa quando foi preso.
            Julgado, condenado à morte na cruz e sepultado, Jesus Cristo ressuscitou três dias após, num domingo.
            Os cristãos, desde então, também passaram a comemorar a Páscoa da Ressurreição de Jesus, que também é uma passagem de Jesus da terra para o céu, da vida terrena para a vida junto ao Pai, a passagem de Jesus para o Reino de Deus.

UMA PÁSCOA DIFERENTE

            Páscoa é sinônimo de renovação, vida nova, ressurreição de ideais e esperança.
            A data mais importante da cristandade não é o Natal, e sim a da Ressurreição de Jesus Cristo, pois significa a vitória sobre a morte, a passagem da escravidão para a libertação.
            A páscoa de Jesus (paixão, morte e ressurreição) é a nossa passagem do pecado para a vida na graça.
            Há muitos símbolos pascais: o ovo, por exemplo, simboliza fonte de vida, pois guarda dentro de si uma vida nova que esta por nascer. O pão e o vinho foram escolhidos por Jesus na última ceia para serem seu sangue e seu corpo. Através deles Ele está unido a nós na Eucaristia. A coelhinha é o símbolo da fecundidade, pois se reproduz rapidamente, gerando novas vidas, novos discípulos.
            Podemos concretizar a páscoa em nossa vida buscando a união e fraternidade. Ressurgir para a “vida nova” adquirindo comportamentos cristãos.
            Assim poderemos juntos, professores, alunos e comunidade, construir uma “nova escola”.
            Comemorar a Páscoa é uma forma bonita e alegre de dar graças a deus pela vida.

A HISTÓRIA DO OVO DE PÁSCOA

            Foi somente depois de muito tempo que a igreja o adotou como símbolo da páscoa.
            Presentear com ovos coloridos significava desejar vida, fertilidade. No começo, os ovos eram de galinha, cozidos e pintados. Com o passar do tempo, começaram a ser feitos com grande requinte: passaram a ser de madeira ou de cera e com pintura refinada, tornando-se um verdadeiro artesanato. Depois se passou a fabricar ovos em forma de jóias, utilizando metais nobres e pedras preciosas.
            Mais tarde, o ovo de chocolate surgiu junto com as indústrias de chocolate (Europa, por volta de 1875). Eram feitos sem atrativos, mas de alto custo, por ser sua matéria prima importada, tornando-se presentes finos para as pessoas queridas.
            Em 1906, começaram a  aparecer os ovos enfeitados. Eram recheados com chocolates de vários tipos e a decoração feita com flores coloridas, aplicações de animais de pano.
            No Brasil, a novidade chegou em 1920, vinda de Paris. Hoje os ovos são uma espécie de herança dos ovos coloridos de antigamente. Em todo o mundo civilizado cristão, a Páscoa é comemorada com presentes de ovos de chocolate.

SÍMBOLOS DA PÁSCOA

Ovo de páscoa – O ovo é um ótimo símbolo da ressurreição . de fato, aparentemente morto, inanimado e petrificado, contém de dentro de si uma vida nova que surge pujante para a luz do sol.
Trigo e uva – Simbolizam o pão e o vinho. É a lembrança da entrega total. É através da entrega da carne e do sangue que o espírito vive.
Peixe – O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemos sempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina, trazidos a nós pela água do Batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
Coelho – Símbolo de rápida e múltipla fecundidade. Há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da graça da ressurreição. Pela fecundidade lembra o número de filhos de Deus.
O cordeiro – No novo testamento é Jesus Cristo o Cordeiro Pascal, Agnus Dei. O símbolo bem difundido na Europa, mostra um cordeirinho branco sustentando a bandeira da Ressurreição.
Músicas:
Coelhinho quando brinca,
Faz com as patinhas assim.
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho faz assim.
Oh! Coelhinho
Sua vida é só brincar
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho para o ar
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho para o ar.
Coelhinho quer pular,
Pois a páscoa vai chegar,
Os ovinhos vai trazer,
Tchu, tchu, tchu, tchu.
A orelhinha vai mexer.
O rabinho remexer.
Vamos dançar!
É dia de páscoa.
Como estou feliz!
Quero ver você sorrir.
Vamos nos abraçar.
E festejar...
Músicas:
Coelhinho quando brinca,
Faz com as patinhas assim.
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho faz assim.
Oh! Coelhinho
Sua vida é só brincar
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho para o ar
Mexe, mexe as orelhas
E o rabinho para o ar.
Coelhinho quer pular,
Pois a páscoa vai chegar,
Os ovinhos vai trazer,
Tchu, tchu, tchu, tchu.
A orelhinha vai mexer.
O rabinho remexer.
Vamos dançar!
É dia de páscoa.
Como estou feliz!
Quero ver você sorrir.
Vamos nos abraçar.
E festejar...













































sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Oficina - Música e arte ou Arte com música?

Músicas Infantis
Possibilidades de Aprendizagem e Criação             
          
          A música e o homem sempre viveram juntos, em qualquer parte do mundo, em todas as épocas. No início da civilização o homem reproduzia os sons que ouvia da natureza. 
          A música é uma das linguagens da arte que mexe com os sentimentos das pessoas provocando alegria, euforia, descontração, tristeza, raiva, etc. 
          Ela está presente em todas as culturas nas mais diferentes situações. 
          Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, na Grécia antiga, era considerada fundamental para a formação dos futuros cidadãos. 

A Música na Educação Infantil
          As crianças se relacionam afetivamente com a música desde muito pequeninas pois elas tem reações de prazer ao serem embaladas pelas mães quando ouvem as cantigas de ninar. 
          Mesmo antes de aprenderem a falar, se expressam através de movimentos, sons e ritmos. A convivência com os diferentes sons e ruídos é de suma importância, pois através dos mesmos se faz descobertas e, com elas, o conhecimento e a exploração do mundo. 
           Ao ouvir uma música a criança se concentra e procura acompanhá-la, cantando e fazendo movimentos com o corpo, batendo palmas, sapateando, virando a cabeça de um lado para outro, enfim, desenvolvem o senso rítmico, estreitando assim, seu conhecimento sobre música.
          Aos dois anos, a criança é capaz de cantar versos soltos, geralmente fora do tom e reconhece algumas melodias e cantores. Aos três anos, ela consegue reproduzir uma música pequena inteira, mas ainda fora do tom. Elas gostam de cantar em grupos, marchar, pular, correr, sempre embaladas pela música.
         Entre quatro e cinco anos já controlam a voz, gostam de dramatizar as canções, conseguem cantar melodias inteiras, começam a gostar das cantigas de roda, conseguem sincronizar os movimentos das mãos e pés e dançam com mais facilidade no ritmo da música. Percebem a diferença dos diversos timbres (vozes, bjetos, instrumentos), dos sons graves e agudos, além da variação de intensidade (forte e fraca).
        Dos seis aos sete anos, elas conseguem acompanhar sequencias rítmicas, cantam acentuando a tônica das palavras, batem a pulsação da música com as mãos, enquanto o pé acentua o tempo mais forte. Distinguem ritmos populares, criam gestos livremente de acordo com o ritmo que estão ouvindo e produzem pequenas melodias.


        Dos oito aos nove anos, as crianças conseguem interpretar músicas com bastante expressão, distinguem com segurança a melodia, o ritmo, a harmonia e, acompanham as músicas com o corpo o tempo todo. Aos dez anos, as crianças facilmente criam sonoplastias para histórias e trilhas sonoras para novela. Gostam de cantar com entusiasmo e tocam algum instrumento para o acompanhamento.

Trabalhando com a música em sala de aula
Peça que as crianças fiquem em silêncio e observem os sons ao seu redor. Peça que descrevam, desenhem ou imitem o que ouviram. 
Façam um passeio para fora da escola e solicite às crianças que descubram sons característicos de cada lugar.
Grave alguns sons e peça que, ao ouvirem, identifiquem. 
Peça aos alunos que fechem os olhos e ande entre eles fazendo algum barulho. Eles deverão acompanhar com a mão de onde o som está vindo.
Trabalhe com os elementos dos sons: 
- Altura (agudo, médio, grave)
- Intensidade (forte, fraco)
- Duração (longo, curto)
- Timbre (é a característica de cada som, o que nos faz diferenciar as vozes e os instrumentos)
e) Brinque com as crianças com jogos musicais correspondentes às fases do
    desenvolvimento infantil:
    >>> Sensório-Motor (até dois anos) - São atividades que relacionam o som ao gesto. A criança pode fazer gestos para produzir sons e expressar-se corporalmente para representar o que ouve ou canta. Essas atividades favorecem o desenvolvimento da motricidade.
    >>> Simbólico (a partir dos dois anos) – Aqui se busca representar o significado da música, o sentimento, a expressão. O som tem função de ilustração, de sonoplastia. Contribuem para o desenvolvimento da linguagem.
    >>> Analítico ou de Regras (a partir dos quatro anos) – São jogos que envolvem a estrutura da música, onde são necessárias a socialização e a organização. A criança precisa escutar a si mesma e aos outros, esperando sua vez de cantar e tocar. Ajudam no desenvolvimento do sentido de organização e disciplina.
f) Proponha que cantem e se movimentem com as músicas de acordo com a faixa etária deles.
g) Para tornar a aula mais significativa, além de cantar e dançar, faça algo que marque a música, por exemplo, se a música fala de borboleta, ensine a construção de uma borboleta, se fala de um balão ensine a fazerem um balão. Pode ser com papel, com massinhas, sucatas, colher de pau, etc. Cada professor deverá saber o grau de conhecimento de seus alunos e desafiá-los dentro daquilo que conseguirão fazer.



Músicas Infantis



Peixe Vivo

Como pode um peixe vivo 
Viver fora da água fria (bis)
Como poderei viver (bis)
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia (bis)




Cai, cai, balão

Cai, cai, balão.  Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão
Não vou lá, não vou lá, não vou lá,
Tenho medo de apanhar.




Pirulito Que Bate Bate

Pirulito que bate bate


 Pirulito que já bateu


 Quem gosta de mim é ela


 Quem gosta dela sou eu



Pirulito que bate bate


 Pirulito que já bateu


 A menina que eu gostava


 Não gostava como eu 






Trenzinho Caipira

lá vai o trem com o menino,  lá vai a vida a rodar


 lá vai ciranda e destino, cidade noite a girar


 lá vai o trem sem destino, pro dia novo encontrar


 correndo vai pela terra, vai pela serra, vai pelo mar


cantando pela serra ao luar


 correndo entre as estrelas a voar, no ar, no ar, no ar.









Borboletinha

Borboletinha tá na cozinha


 fazendo chocolate


 para a madrinha 




Poti, Poti, perna de pau


olho de vidro


 e nariz de pica-pau pau pau 










A barata diz que tem sete saias de filó

A Barata diz que tem sete saias de filó


 É mentira da barata, ela tem é uma só


 Ah ah ah, oh, oh, oh, ela tem é uma só !


A Barata diz que tem um sapato de veludo


 É mentira da barata, o pé dela é peludo


 Ah ah ah, hu hu hu, o pé dela é peludo !


A Barata diz que tem um sapato de fivela


 É mentira da barata, o sapato é da mãe dela


 Ah ah ah ho ho ho, o sapato é da mãe dela


A Barata diz que tem uma cama de marfim


 É mentira da barata, ela tem é de capim


 Ah ah ha him him him, ela tem é de capim


 A Barata diz que tem um anel de formatura


 É mentira da barata, ela tem é casca dura


 Ah há há, hu hu hu, ela tem é casca dura


A Barata diz que tem o cabelo cacheado


 É mentira da barata, ela tem coco raspado


 Ah há há ho ho ho ela tem coco raspado 








Dona aranha

A dona aranha subiu pela parede


 Veio a chuva forte e a derrubou



Já passou a chuva o sol vem surgindo


 E a dona aranha continua a subir



Ela é teimosa e desobediente


 Sobe, sobe, sobe e nunca está contente









Carneirinho, carneirão

Carneirinho, carneirão.
Cabecinha de algodão.
Era assim que antigamente 
Se cantava esta canção:


Pequeninos somos nós,


Nossa vida é brincar.
E depois, sossegadinhos,
Para a casa descansar.





Pula a fogueira Iaiá!

Pula a fogueira, Iaiá! 
Pula a fogueira, Ioiô!
Cuidado para não se queimar
Olha que a fogueira
Já queimou o meu amor!







Sapo Cururu



Sapo Cururu na beira do rio




 Quando o sapo grita, ó Maninha, diz que está com frio




 A mulher do sapo, é quem está lá dentro




 Fazendo rendinha, ó Maninha, pro seu casamento










1,2,3 Indiozinhos




1,2,3, indiozinhos.




 4,5,6, indiozinhos.




 7,8,9, indiozinhos.




 10, num pequeno bote. 






Iam navegando pelo rio abaixo




 quando o jacaré se aproximou




 e o pequeno bote dos indiozinhos




 quase, quase, virou! 




Observação:  As atividades feitas com massinhas, foram feitas pela professora Rozilene A. M. Oliveira de São Paulo e as atividades com colher de pau, pela professora Anunzziata Lettieri Augusto do Colégio Mania de Aprender , de São Miguel Paulista – São Paulo.

Ivete Raffa
Arte educadora e Pedagoga
www.iveteraffa.com.br