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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Dobradura da chuteira para Copa 2014










sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Série Obras de artes - Projeto Paul Cezanne -

Possibilidades de criação - Paul Cezanne
Paul Cézanne nasceu na França em 1839 e morreu em 1906. Embora contrário à vocação artística do filho, seu pai, banqueiro em Aix, permite-lhe afinal estudar pintura em Paris, em 1861. Cézanne candidata-se à Escola de Belas Artes, mas é recusado e volta à sua cidade. Retornará a Paris, contudo, matriculando-se no Ateliê Libre Suisse, onde conhece Pissarro, Monet, Sisley e Renoir.

Nessa época, ele tem grande admiração por Delacroix e Courbet. Pinta uma série de obras de inspiração romântica. Insatisfeito com o tumulto da cidade e com sua pintura, volta a Aix para trabalhar no banco do pai.

De 1864 a 1870 divide o tempo entre Aix e Paris, fazendo uma pintura empastada, por vezes com espátula, de técnica quase brutal e, freqüentemente influenciada por Veronese e Delacroix, pela composição barroca, numa movimentação desordenada que é o inverso de sua obra posterior, contrária aos temas grandiosos.

Após uma estada em Aix, em 1873 vai a Auvers-sur-Oise, onde se acha Pissarro, que o encaminha para a pintura ao ar livre do Impressionismo. Inicia-se então a verdadeira carreira do artista. A primeira obra-prima da fase é "A casa do enforcado" (1873), seguida de uma série admirável de naturezas-mortas, tema que, pela simplicidade de motivos, será uma constante em sua obra.

De 1874 a 1877 Cézanne participou das exposições impressionistas, mas sua real ambição era ser aceito no famoso Salão anual, em que a crítica especializada reunia aqueles que ela considerava como os principais artistas. Cézanne, contudo, era sistematicamente rejeitado.

Cézanne passa a preferir o isolamento, pintando em lugares como Medan, La Roche Guyon e Gardanne, onde sua obra atinge a maturidade, ao incorporar a experiência impressionista à conclusão de que a pintura é produto de uma reconstrução da natureza feita através de um raciocínio lógico.

Depois que os pais morrem, instala-se, em 1898, numa pequena casa de Aix, onde vive solitário com uma velha governanta. Sua arte atinge o auge da depuração nas paisagens de, por exemplo, O grande pinheiro, que pode ser admirada na coleção permanente do Museu de Arte de São Paulo - MASP.

Dedica-se, então, a reconstruir a arte dos grandes classicistas, modulando a cor em curtas pinceladas para dar a impressão do volume. Cézanne seria reconhecido pela crítica, por seus contemporâneos e pela posteridade por sua capacidade de executar uma arte que é, antes de tudo, "coisa mental", fundada em valores despidos de ornamentalismos, ao mesmo tempo que expressa o desenho e a construção rigorosa. Ele é o verdadeiro fundador da arte moderna.

Algumas obras de Paul Cezanne
:
Atividade: Representação da obra “Natureza morta – Maçãs” de Paul Cezanne com diferentes materiais.
Objetivos:
  1. Conhecer a vida e as obras de Paul Cezanne, as características da sua pintura, as cores utilizadas, as paisagens, as naturezas mortas.
  2. Escolher uma obra da artista, fazer a leitura formal e interpretativa – Sugestão “Natureza morta – Maçãs”.
  3. Apropriar-se da obra e criar obras inéditas, com diferentes materiais e técnicas,  partindo dela.
Sugestão 01 – “Natureza morta – Maçãs” - Representação da obra com papel mache
Materiais: Papier maché, Base Branca Acrílica para Artesanato, Tinta Nature Colors, Guache ou Tinta Acrílica Fosca ou Tinta PVA para Artesanato e pincel.

Modo de fazer:
  1. Prepare o papel mache de acordo com as instruções da embalagem.
  2. Modele as frutas que você vê na obra.
  3. Espere secar bem. Passe uma demão de base branca.
  4. Pinte com uma das tintas sugeridas na lista de materiais.
  5. Represente a obra com as frutas.
Sugestão 02 – “Natureza morta – Maçãs” – Representação da obra com origami
Materiais: papel sulfite, régua, lápis, tesoura, papel color set verde, cola branca, papelão ou tela para pintura, Guache, Guache Glytter e Guache Metálico (várias cores) e pincel.
Modo de fazer:
Pinte folhas de papel sulfite usando o Guache Metálico, Guache Glyter ou Guache comum. Utilize vermelho e amarelo. Utilize a técnica das batidinhas, manchando o papel, em alguns lugares vermelho, outros amarelos e outros a mistura das duas cores. Espere secar.
Corte quadrados medindo 7 x 7cm, 8,5 x 8,5cm e 10 x 10 cm. Dobre Cada quadrado seguindo os passos abaixo.
Cole um cabinho em cada maçã. 
Pinte o papelão (fundo) com Guache (sugestão: Marrom e amarelo) e cole as maçãs com cola branca, para montar a composição.
Sugestão 03 – Natureza morta – Maçãs – Casinha de abelha

Material: Papel color set vermelho e verde, papel de seda vermelho, tesoura e Cola branca.
Modo de fazer:
  1. Molde – Desenhe uma maçã. Corte ao meio, esta metade será o molde para a casinha de abelha.
  2. Corte o molde duas vezes no papel color set vermelho (foto 01).
  3. Dobre a folha de papel de seda três vezes (foto 02).
  4. Risque sobre o papel de seda dobrado o molde da meia maçã, risque quantas vezes couber e corte. Cada vez que cortar sairão oito partes de papel de seda. Separe os papéis em montinhos de oito, isso facilita o trabalho para dobrar (foto 03).
  5. Dobre os montinhos, um por um. Faça três dobras. Dobre ao meio, depois ao meio e ao meio novamente, sempre perpendicular à parte reta (foto 04).
  6. Separe os papéis (foto 05).
  7. Passe pouquíssima cola nas bordas de uma das partes do papel color set e cole uma parte de papel de seda (foto 06).
  8. Passe pouquíssima cola nos vincos ímpares, sem chegar às bordas (foto 06).
  9. Faça a mesma coisa nas partes pares (foto 08). Proceda dessa forma até colar mais ou menos 60 partes de papel de seda.
  10. Passe cola nas laterais do 60º papel de seda e cole o segundo papel color set por cima (foto 09). Abra para secar por vinte minutos.
  11. Com prego ou vazador, faça dois furos no trabalho, distantes um centímetro da parte central da maçã (foto 10). Abra o trabalho para soltar os papéis e feche novamente.
  12. Amarre a linha de bordar dando folga de um centímetro (foto 11).
  13. Para manter a maçã aberta pela metade, utilize um palito de sorvetes unindo as duas partes (foto 12) ou junte as partes com clip, assim ela ficará inteira.
  14. Faça goiabas e peras e monte a obra com as frutas.
Fotos do passo a passo:
Conteúdos trabalhados:

- Leitura formal, interpretativa, releitura, vida e obras de Paul Cezanne.
- Linhas, formas, paralelas, perpendiculares, sobreposição, volume, bi e tridimensão, composição, proporção, harmonia e planos.
Técnicas trabalhadas:
- Modelagem e pintura – Atividade 01
- Pintura chapiscada e origami – Atividade 02
- Recorte e colagem – Atividade 03
Possibilidades de trabalho:
- Inicialmente apresente aos alunos as obras de Paul Cezanne, escolha uma delas (sugestão – “Natureza Morta – Maçãs”).

- Escolhida a obra, façam a leitura formal (linhas, formas, planos, cores, formas, etc).

- No segundo momento faça a leitura interpretativa da obra (O que vejo na obra?, O que está representando, o que me lembra? Qual a mensagem que o artista queria passar? etc).

- Fale sobre o artista Paul Cezanne, seu estilo, as cores usadas nas obras, o tipo de pintura, as naturezas mortas que ele pintava, os temas que ele pintava, as técnicas, as pinceladas, a representação dos planos, etc. Fale com as crianças sobre o Impressionismo, o que acontecia no Brasil e no mundo na época e o que isso influenciou Paul Cezanne.

- Inspirado na obra escolhida, faça o seu desenho e modele, pinte, dobre  ou faça uma montagem tridimensional conforme as sugestões acima.

- Faça uma roda de conversa onde cada criança mostrará sua criação e contará o que aprendeu com o desenvolvimento da atividade, como foi o processo de criação, quais os novos conteúdos aprendidos e quais os relembrados.
  
Dicas:
  1. Siga as instruções para preparar o papel mache, pois se colocar muita água ficará mole e será difícil modelar.
  2. Se sobrar papel mache preparado, envolva-o em plástico e coloque na geladeira. Utilize-o em até 60 dias.
  3. Limpe sempre o pincel ao trocar a cor da tinta.
  4. Utilize quantas cores desejar.
  5. Mexa bem as tintas ou colas antes de abrir.
  6. Pinte preenchendo bem os espaços.
  7. Limpe os bicos e bordas das tintas ao fechar.
Observação: Para saber mais leia os livros “Comemorando e Aprendendo” I, II, III ou IV de autoria de Ivete Raffa – Editora Giracor.

Projeto: FÁBULAS ( A Cigarra e a Formiga)

Fábulas – “A cigarra e a formiga”
O que é uma fábula?

A fábula é um gênero narrativo que surgiu no Oriente, mas foi particularmente desenvolvido por um escravo chamado Esopo, que viveu no século 6º. a.C., na Grécia antiga.
Esopo inventava histórias em que os animais eram os personagens. Por meio dos diálogos entre os bichos e das situações que os envolviam, ele procurava transmitir sabedoria de caráter moral ao homem. Assim, os animais, nas fábulas, tornam-se exemplos para o ser humano. Cada bicho simboliza algum aspecto ou qualidade do homem como, por exemplo, o leão representa a força; a raposa, a astúcia; a formiga, o trabalho etc.

É uma narrativa inverossímil, com fundo didático. Quando os personagens são seres inanimados, objetos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de preguiçosos.

A fábula já era cultivada entre assírios e babilônios, no entanto foi o grego Esopo quem consagrou o gênero. La Fontaine foi outro grande fabulista, imprimindo à fábula grande refinamento. George Orwell, com sua Revolução dos Bichos (Animal Farm), compôs uma fábula (embora em um sentido mais amplo e de sátira política).
As literaturas portuguesa e brasileira também cultivaram o gênero com Sá de Miranda, Diogo Bernardes, Manoel de Melo, Bocage, Monteiro Lobato e outros. Uma fábula é um conto em que as personagens falam sendo animais e que há sempre uma frase a ensinar-nos alguma coisa para não cometermos erros. As fabulas são narrativas curtas,que os personagens são animais, que sempre no final mostra uma lição de moral!
A cigarra e a formiga
Tendo a cigarra, em cantigas,
Folgado todo o verão,
Achou-se em penúria extrema,
Na tormentosa estação.
Não lhe restando migalha
Que trincasse, a tagarela
Foi valer-se da formiga,
Que morava perto dela.
– Amiga – diz a cigarra
– Prometo, à fé de animal,
Pagar-vos, antes de Agosto,
Os juros e o principal.
A formiga nunca empresta,
Nunca dá; por isso, junta.
– No verão, em que lidavas?
– À pedinte, ela pergunta.
Responde a outra: – Eu cantava
Noite e dia, a toda a hora.
– Oh! Bravo! – torna a formiga
– Cantavas? Pois dança agora!

Os que não pensam no dia de amanhã, pagam sempre um alto preço por sua imprevidência.

Atividade: Representação da fábula “A cigarra e a formiga” através da pintura de uma tela e da colagem das personagens sobre ela.



Objetivos:
a) Conhecer a fábula “A cigarra e a formiga” e fazer uma reflexão sobre a importância do trabalho para a sobrevivência, bem estar e convívio social.
b) Representar a fábula com técnicas de pintura, origami, recorte e colagem.
Pintura em tela
Material: Tela para pintura, Textura Criativa (amarela, azul, verde e marrom), pincel O54 nº 10, Tinta Dimensional preta, Crystal cola, Cola branca, Papel dupla face, régua, tesoura e olhos móveis.
Modo de fazer:
a) Utilizando a técnica da pintura chapiscada (batidinhas do pincel), pinte a tela com a Textura Criativa. Comece pelo céu, depois a vegetação e por último o chão ou gramado.
b) Enquanto o trabalho seca, corte no papel dupla face, um quadrado com 10 cm de lado, para medir utilize a régua.
c) Faça a dobradura da cigarra conforme desenho.

d) Desenhe uma formiga em papel marrom ou preto da seguinte forma: desenhe uma oval média, ao lado dela uma oval pequena e em seguida uma oval grande. Recorte.
e) Cole a cigarra e a formiga sobre a tela pintada.
f) Cole os olhinhos móveis, faça as pernas com Tinta Dimensional preta ou Caneta permanente. Cole a folha sobre a formiga e o violão do lado da cigarra.
Conteúdos trabalhados:
- Gêneros textuais – fábulas - Leitura e escrita
- Linhas, formas, cores, medidas, composição, sobreposição, harmonia, textura e planos.
Técnicas trabalhadas:
- Pintura chapiscada, origami, recorte e colagem.
Possibilidades de trabalho:
- Inicialmente fale para os seus alunos sobre as fábulas e as diferentes maneiras que são apresentadas (poesia ou narrativas).
- Fale sobre as características das fábulas: os personagens são animais e sempre, no final, existe a moral da história.
- Leila para os alunos a fábula “A cigarra e a formiga”. Aproveite para trabalhar as palavras chaves da fábula.
- Converse com os alunos sobre a importância do trabalho em nossas vidas, os benefícios que ele nos traz, fale sobre cooperação e convívio social.
- Proponha que façam uma pintura sobre tela e represente a fábula através da dobradura, recorte e colagem.
- Faça com os alunos a apreciação estética dos trabalhos mostrando que mesmo partindo de um mesmo tema, todos os resultados são diferentes e é essa diversidade que faz com que cada trabalho seja único e significativo.
Dicas: 
1. Limpe sempre o pincel entre cada demão de tinta.
2. Utilize quantas cores desejar.
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