domingo, 31 de agosto de 2014

Xilogravura com Romero Britto

Olá pessoal, boa tarde.
Sexta feita, dia 29/8/14, em minha aula com a turma do 8º ano, fiz xilogravura com a figura do Gato de Romero Britto.
Foi uma surpresa pra todos os alunos ao verem o resultado.
Então, vamos aprender a fazer?

Material necessário:

1 bandeja de isopor, dessas de frios que vendem no mercado
1 figura qualquer que você ache fácil para reproduzir no isopor
1 Rolinho de espuma
Tinta guache preta
folha de papel ofício

Para passar a imagem para o isopor, coloque a figura, passe com uma leve pressão por cima da imagem, com uma caneta. Depois de marcar o isopor com o desenho, pegue a caneta e reforce o risco, deixando um pouco fundo a marca. Tenha cuidado para não furar o isopor, ele é bem frágil.
Após, passe o rolinho com tinta guache sobre o isopor e depois "carimbe" o papel.
Observação: o desenho sempre sairá ao contrário do original. Caso queira escrever algo, deverá ser de traz pra frente e ao contrário, para que a escrita, após carimbar esteja correta.
Vamos tentar agora?
Qualquer dúvida, podem me chamar...
Beijooos










O que é Xilogravura:

Xilogravura significa gravura em madeira. É uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte. Um detalhe importante é que o desenho sai ao contrário do que foi talhado, o que exige um maior trabalho ao artesão.
Existem dois tipos de xilogravura: a xilogravura de fio e a xilografia de topo que se distinguem através da forma como se corta a árvore. Na xilogravura de fio (também conhecida como madeira à veia ou madeira deitada) a árvore é cortada no sentido do crescimento, longitudinal; na xilografia de topo (ou madeira em pé) a árvore é cortada no sentido transversal ao tronco.
A xilogravura é muito popular na região Nordeste do Brasil, onde estão os mais populares xilogravadores (ou xilógrafos) brasileiros. A xilogravura era frequentemente utilizada para ilustração de textos de literatura de cordel. Alguns cordelistas eram também xilogravadores, como por exemplo, o pernambucano J. Borges (José Francisco Borges).
A xilogravura também tem sido gravada em peças de azulejo, reproduzindo desenhos de menor dimensão. Esta é uma das técnicas que o artesão pernambucano Severino Borges, tem utilizado em seus trabalhos.
O dicionário Larrousse, Ática, define xilogravura  da seguinte forma: “gravura obtida pelo processo da xilografia”. Xilografia quer dizer “arte de gravar em madeira. Técnica de impressão em que o desenho é entalhado com goiva, formão, faca ou buril em uma chapa de madeira”.

História da Xilogravura

As prováveis origens da xilogravura remetem à cultura oriental. Segundo historiadores, a xilogravura foi criada pelos chineses e já era praticada por este povo desde o século 6. Durante a Idade Média, a xilogravura firma-se no ocidente, ganhando inovações durante o século 18. Com sua difusão por diversos países, acabou chegando às nações européias, onde influenciaram as artes do século 19 e ajudaram Thomas Bewick a criar a técnica da gravura de topo, diminuindo os custos de produção industrial de livros ilustrados e inciando a produção em larga escala de imagens pictóricas.
Porém, com o avanço tecnológico do século 20, a técnica da xilogravura começa a cair em desuso. Com a invenção de processos de impressão a partir da fotografia, a técnica oriental foi considerada obsoleta, passando a ser utilizada somente por artistas e artesões.

Técnica e funcionalidade

Pode-se descrever a xilogravura como uma espécie de carimbo. Em seu processo, uma gravura é entalhada na madeira com auxílio de objeto cortante e, na sequência, utiliza-se um rolo de borracha embebida em tinta, que penetra somente nas partes onde está a gravura (entalhe). Então, a parte em que fica a gravura é colocada em contato com a superfície a ser ilustrada. Após alguns minutos, retira-se a madeira, que deixa a imagem impregnada no local. Esta técnica é também chamada de impressão em alto relevo e pode ser feita à base de linóleo (linoleogravura) ou qualquer superfície plana.

Xilogravura aplicada no Brasil

O contato entre diversas culturas, como a brasileira e a portuguesa, ocasionou o surgimento da xilogravura popular brasileira. Os portugueses já utilizavam a técnica que, quando trazida para o Brasil, desenvolveu-se na Literatura de Cordel. Com isso, diversas obras foram produzidas com a utilização da xilogravura, formando diversos xilógrafos, principalmente na Região Nordeste do país. Gilvan Samico, Abraão Batista, Amaro Francisco, José Costa Leite, José Lourenço e J. Borges estão entre os principais xilógrafos brasileiros.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Projeto Folclore - Acrilex

Datas Comemorativas - Folclore

O Folclore é a ciência das tradições e usos populares, constituído pelos costumes de um povo, transmitidos de geração em geração.  Todos os povos possuem suas histórias, crendices e superstições, que são passadas através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo.



A UNESCO declara que folclore é sinônimo de cultura popular e representa a identidade social de uma comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais, e é também uma parte essencial da cultura de cada nação. 


O folclore brasileiro, segundo o Capítulo I da Carta do Folclore Brasileiro, é sinônimo de cultura popular brasileira, e representa a identidade social da comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais; é também uma parte essencial da cultura do Brasil em seu todo. 
Seu estudo sistemático, porém, iniciou somente em meados do século XIX, e levou mais de cem anos para se consolidar no país. 
A partir da década de 1970 o folclorismo nacional definitivamente se institucionalizou e recebeu conformação conceitual sólida.

Sendo composto por contribuições as mais variadas - com destaque para a portuguesa, a negra e a indígena - e tendo raízes imemoriais, o folclore do Brasil é rico e diversificado, sendo hoje objeto de intensificados estudos, recebendo larga divulgação, constituindo além disso,  elemento importante da própria economia do Brasil pela produção e comércio de bens associados e o turismo cultural que fomenta.

Características para se determinar se um acontecimento é folclórico:
a) Tradicionalidade – É transmitido de geração para geração.
b) Oralidade – É transmitido pela palavra falada.
c) Anonimato – Não tem autoria.
d) Funcionalidade – Existe uma razão para o fato acontecer.
e) Aceitação coletiva – Há uma identificação de todos com o fato.
f) Espontaneidade – Não pode ser oficial nem institucionalizado. 

O folclore de cada país é composto das suas músicas, danças, festas, linguagem, usos e costumes, brinquedos e brincadeiras, lendas, mitos e contos, crenças e superstições, arte e artesanato.

Sugestão de atividades - Folclore

Todas as atividades abaixo foram criadas pela prof. Francine Souto do Colégio Cavlac de São Miguel Paulista – SP.

1) Jogo da velha 
Materiais:  EVA de várias cores, Cola p/ EVA e Isopor Acrilex, Marcador permanente, olhos móveis e tesoura. 

Modo de fazer :
a) Recorte um quadrado no EVA preto. Recorte outro quadrado um pouco menor que o primeiro em EVA colorido e cole sobre o preto com a cola de EVA.
b) Recorte outros nove quadrados menores e cole sobre a base.
c) Faça cinco sacis ou cinco bois ou cinco sereias ou outros personagens do folclore que quiser. Cole os olhos móveis. Faça os detalhes com os marcadores permanentes.
d) Divida as peças entre as crianças e deixe-os iniciar a brincadeira. 



2) Dedoches

Materiais:  EVA (várias cores), Cola para EVA, Crystal cola, tesoura, olhos móveis e Marcador permanente.

Modo de fazer :
a) Para cada dedoche, corte duas vezes o formato de um dedo. Cole toda a volta, deixando a parte inferior aberta.
b) Sereia - cole a cabeça, braços, colar, coroa e cauda sobre o dedoche, utilize a cola de EVA.
c) Mula sem cabeça, Índia, Saci, Boi e Curupira – Faça os detalhes observando as imagens. Faça texturas com Crystal cola e Marcador permanente. 




3) Ponteiras de lápis

Materiais:  Massinhas Soft (várias cores), Tinta Acrílica, pincel, lápis, Crystal cola, cola branca, Marcador permanente preto e vermelho, borrachinha transparente para encaixar o lápis.
Modo de fazer :
a) Faça uma bolinha (carinha do personagem) com massinha Soft. Faça os complementos com massinhas de outras cores. 
b) Introduza na parte inferior um pedaço de borrachinha transparente para encaixar o lápis. Espere secar. Ficará cristalizada. Pinte.
c) Pinte os olhinhos com tinta acrílica ou cole olhinhos móveis.  Faça os detalhes com Marcador permanente.
d) Cole os detalhes com cola branca. Finalize com Crystal cola.




4) Vitória Régia

Materiais: tampa de pizza, Eva de várias cores, Cola de EVA, Marcador permanente preto e vermelho, Crystal cola, Tinta PVA, olhos móveis, tesoura e marabu.

Modo de fazer :
a) Faça a índia com EVA. Cole a cabeça sobre o tronco, os braços nas laterais e as pernas na parte inferior. Cole o olhos móveis. Faça os detalhes com Marcador permanente. Cole o marabu no brinco e cabeça.
b) Faça uma flor (vitória régia) e cole nas mãos da índia.
c) Pinte a tampa de pizza com a tinta PVA verde. Faça detalhes com a Crystal cola.
d) Cole a índia com a vitória régia nas mãos no centro da tampa de pizza.



5) Saci na garrafa
Materiais:  Garrafa PET, EVA de várias cores, fita 0,5 cm de largura), Cola p/ EVA e Isopor, tesoura, olhos móveis e Marcador permanente.

Modo de fazer :
a) Corte a garrafa na parte inferior. Descarte a parte inferior.
b) Faça um saci com EVA. Cole um pedaço de fita no gorro do saci e prenda-o na tampa da garrafa. 
c) Cole uma tira de EVA na parte inferior da garrafa para dar acabamento.



6) Porta trecos folclórico 

Materiais: Caixinhas vazias (vários tamanhos), EVA (várias cores), Cola p/ EVA e Isopor, Marcador permanente, Crystal cola, tesoura e cola quente.

Modo de fazer :
a) Encape as caixinhas  com EVA, cada caixinha com uma cor.
b) Faça os personagens com EVA. Cole um em cada caixinha.
c) Coloque a caixinha maior no meio e cole as menores em volta dela.
d) Utilize as caixinhas para colocar tesouras, lápis, canetas, réguas, etc.


7) Coroa da Sereia (tiara) 

Materiais: Tiara fina, EVA, marabu, pérolas, cola p/ EVA e Isopor e tesoura.

Modo de fazer :
a) Recorte em EVA uma coroa da Sereia. Cada criança deverá recortar num formato diferente. Cole-a em volta da tiara.
b) Cole Marabu para dar acabamento e embelezar o trabalho. 
c) Cole algumas pérolas para valorizar ainda mais a coroa.
d) Promova um desfile das “Sereias” da classe.


8) Boi bumbá 

Materiais:  garrafinha plástica de iogurte, EVA preto e branco, Cola para EVA, Cola branca, Crystal cola Brilliant branca, olhos móveis, tesoura, tecido (xita).

Modo de fazer :
a) Recorte um círculo de xita e cole na lateral de uma garrafinha de iogurte (corpo do boi). A garrafinha precisa estar na posição horizontal.
b) Cole a carinha do boi sobre a chita. Faça detalhes com Crystal cola. 
c) Cole o rabinho do boi.
d) Espete um lápis na garrafinha para “segurar” o boi.
e) Deixe as crianças brincarem à vontade com seus boizinhos.

 


9) Iara ou Mãe d’água sobre a pedra 

Materiais:  EVA(várias cores), olhos móveis, pérolas, Marcador permanente preto e vermelho, Crystal cola, parte inferior de garrafa PET, Cola para EVA, cola branca, papel pedra, bandeja de isopor, Tinta acrílica azul, papel nacarado (água) e tesoura.

Modo de fazer :
a) Recorte as partes da Sereia em EVA e cole com Cola para EVA. Faça o rosto com Marcador permanente e olhos móveis. Faça texturas na cauda da Sereia com Crystal cola. 
b) Encape a parte inferior de uma garrafa PET com papel pedra. 
c) Pinte a bandeja de isopor com Tinta Acrílica azul. Cole sobre ela o papel nacarado (água) amassado.
d) Cole a “pedra” sobre a bandeja. 
e) Coloque um palito de churrasco por trás da Sereia e espete na “pedra”.



Objetivos:
a) Fazer com que os alunos conheçam os costumes, tradições, danças, comidas típicas, etc. do povo brasileiro.
b) Proporcionar uma reflexão onde as crianças aprenderão que algumas tradições e costumes são comuns em todas as regiões brasileiras, outras são diferentes de região para região.
c) Desenvolver atividades significativas que façam com que as tradições brasileiras sejam relembradas e que seja entendido seu verdadeiro valor.

Desenvolvimento:
a) Conversa inicial
- Fale com seus alunos sobre as tradições e costumes de um povo. 
- Relembre com as crianças algumas músicas folclóricas.
- Peça que conversem com o pais e avós e perguntem quais são as músicas folclóricas que eles conhecem, quais objetos podem ser considerados folclóricos e de quais regiões do Brasil fazem parte. 
- Coloque o mapa do Brasil na lousa e, junto com os alunos, coloque uma marcação sobre o estado de onde os pais deles vieram.
- Conversem sobre essa migração e os costumes de cada lugar.

b) Ações
- Divida a sala em grupos e peça que cada grupo pequise o folclore de uma região brasileira: comidas típicas, religiosidade do local, danças, músicas, lendas, vestimentas, artesanato, etc. Depois da pesquisa pronta, peça que cada grupo socialize aos demais grupos.
- Proponha que façam atividades como as sugeridas acima para que o tema seja comemorado e, a ele, seja atribuída a real importância.

c) Sistematização da Aprendizagem
- Ao final do trabalho, converse com seus alunos sobre tudo o que foi aprendido.

Técnicas e materiais utilizados
Técnicas – Recorte, colagem e pintura
Materiais - Todas as atividades foram trabalhadas com EVA, materiais reciclados, tecidos, massinhas, Cola para EVA, Crystal cola e Marcador permanente, 

Conteúdos trabalhados
- Linhas, formas, cores, texturas, sobreposição, bi e tridimensão, harmonia, composição e volume.


Ivete Raffa
Arte educadora e pedagoga

Tipos de Linhas e Grafismo - Artes visuais


GRAFISMO

Grafismo é a arte em que são mais relevantes as formas, as cores e detalhes do que a figura ou representação.
Pode ser também uma forma mais sucinta de representar um objeto ou composição de objetos, contanto que os impactos de cor e forma façam sentido com a proposta do artista.
A arte do grafismo é simples e exuberante das cores, criando conceitos como a repetição, ritmo, equilíbrio e escala. O grafismo pode mostrar uma ideia estática ou com a sensação de movimento.










  









Atividade – MARGEM DECORADA COM GRAFISMOS.

Nesta atividade vamos criar uma margem decorada em uma folha de papel sulfite branco, canson ou mesmo em uma folha de seu caderno de desenho. Para isso vamos utilizar grafismo com linhas. Observe os exemplos grafismo e capriche em sua obra!





Agora que você já tem uma folha com margens decoradas, vamos criar um desenho para seu interior. E já que estamos falando de linhas, que tal criar desenhos usando grafismos com linhas, use apenas uma cor para contrastar com o fundo do papel. Observe os exemplos dessa artista:








Atividade – DESENHO COM LINHAS COLORIDAS.

Nesta atividade você irá criar um ou mais desenhos e deverá pintar o seu interior com linhas retas coloridas. Observe os exemplos abaixo. Solte a imaginação e capriche!








Atividade – COMPOSIÇÃO ABSTRATA COM LINHAS.

Nesta atividade você irá criar uma composição abstrata usando caneta hidrográfica para criar linhas diversas. Escolha apenas uma cor que irá contrastar com o fundo. O importante é ocupar todo o espaço do quadro do desenho. Capriche!






Atividade – DESENHO COM FUNDO DECORADO COM LINHAS COLORIDAS.


Nesta atividade vamos criar um desenho e enfeitar seu fundo com diversas tramas de linhas coloridas, sejam elas retas, curvas, onduladas, quebradas ou as que você desejar. Observe os exemplos abaixo. Inspire-se e capriche!










Veja mais exemplos aqui:


Atividade – DESENHO A PARTIR DE LINHAS.

Nesta atividade vamos exercitar a criatividade. A partir das linhas sugeridas nos quadros abaixo crie desenhos. Solte a imaginação e capriche pintando os desenhos e também o fundo da imagem.







ARTE LINEAR



É a arte criada com linhas que formam composições figurativas ou abstratas.
Criar um trabalho com fios (que também são linhas) é divertido e tem um efeito visual incrível. Você pode criar composições abstratas ou figurativas, tecendo fios ou passando pelos pregos fixados sobre uma base de madeira ou cortiço.

O estilo linear vê em linhas, o pictórico em massas, ver de forma linear significativo, então procura o sentido e a beleza do objeto no contorno, significa, ainda que os olhos são conduzidos ao longo dos limites das formas e induzidos a tatear as margens.

O plano é o elemento das linhas e a verdadeira oposição de estilos, que é obtido apenas no instante em que o observador já não se encontra em uma sucessão de setores.

A arte clássica é a arte das verticais e horizontais bem definidas.
Os elementos manifestam-se com total nitidez e precisão.

Na arte clássica, a totalidade das formas é concebida como unidade, que se observa, é um todo articulado, coloca todos os meios de representação a serviço da nitidez formal.

Uma visão que privilegia as linhas é aquela pelo qual o sentido de beleza que é próprio à representação do mundo visual se exprime através dos contornos, da formas, o que significa uma valorização do sentido do todo.
 


A escultora de Naum Gabo, construção linear no espaço, de 1949, utiliza plástico e fios de nylon, denotando uma nova forma de apreciação da obra de arte, podendo ser fruída por vários sentidos do espectador.

Vídeo: Arte linear por Alex Josheph




Atividade – CONSTRUINDO UMA OBRA DE ARTE LINEAR.
01. Faça seu projeto no papel (caderno de desenho ou sulfite branco)

a) Trace uma reta horizontal. Localize o meio dela e marque com um ponto. Sobre ele trace uma reta vertical. As duas retas devem ter a mesma medida.

b) Coloque a ponteira do compasso sobre cada extremidade e trace círculos.

02. Transporte o seu projeto para a madeira:
a) Fixe o projeto com durex sobre uma base de madeira.

b) Prenda os pregos de um em um centímetro contornando todo o desenho. Certifique-se de que os pregos estejam bem fixos e retire o papel.

c) Vá traçando os fios de linha de uma extremidade à outra.



Bibliografia:

Magrin, Jussara M. de O.
Artes: artes visuais, música, teatro/ Jussara M. de O. Magrin, Jair Santana, Severo Brudzinski.
- Curitiba: Educarte, 2002. (Editora educarte)

Haddad, Denise Akel. Arte de fazer arte.
- São Paulo: Saraiva, 2004. (Coleção - Arte de fazer arte)

Marchesi Jr. Isaías.
Atividades de educação artística.
- São Paulo: Editora Ática, 2004. (Coleção Atividades de educação artística - Comprar livros)

Valadares, Solange. Diniz, Célia.
Arte no cotidiano escolar. 
- Belo Horizonte: Editora Fapi, 2001. (Coleção - Arte no cotidiano escolar)

Briochi, Gabriela.
Arte hoje.
- São Paulo: FTD, 2003 (Coleção - Arte hoje)

O Mundo da Arte - Enciclopédia das Artes Plásticas em todos os tempos. Vários autores. (Livros a venda no mercado livre)